Pazolini sanciona Lei que extingue Cargos Comissionados e consolida economia de R$100 milhões

Pazolini sanciona Lei que extingue Cargos Comissionados e consolida economia de R$100 milhões

Redução de gastos colocada em prática. A Lei que dispõe sobre a extinção de Cargos Comissionados na Prefeitura de Vitória foi sancionada nesta quarta-feira (19). A proposta é de que 51 cargos comissionados sejam extintos na municipalidade, totalizando assim 150 cargos comissionados extintos desde o início da gestão.

A atual redução somada aos cargos extintos desde o início da gestão, gera uma economia de 70 milhões nos cofres públicos, com uma previsão de 100 milhões até o final do ano.

“Estamos dando mais um passo para consolidar princípios, éticas e valores. Se hoje nós estamos entregando investimentos de qualidade na cidade de Vitória, é fruto do trabalho dos servidores. Hoje a realidade é de valorizar o trabalho dos funcionários e formar um legado permanente para a cidade”, pontuou o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini.

Com a sanção da lei, ficam criadas 30 funções gratificadas na Prefeitura de Vitória, com o intuito de aumentar a qualidade do serviço público e profissionalizar ainda mais a gestão.

“Hoje, em Vitória, nós temos mais servidores efetivos do que comissionados, um ponto de valorização dos servidores e transformação da gestão pública”, afirmou o secretário de Gestão e Planejamento, Regis Mattos.

A lei sancionada segue as diretrizes do programa de governo e do Plano Estratégico, com a visão de uma gestão profissional e orientada a resultados para a população de Vitória.

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A Secretaria de Administração da Prefeitura de Vila Velha divulgou o resultado final do concurso “Servidor Ouro 2026”, iniciativa realizada anualmente em alusão ao Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro.   O concurso tem como objetivo homenagear os profissionais que se destacam no exercício de suas funções, reconhecendo a dedicação, o comprometimento e a contribuição dos servidores para o desenvolvimento do município e para a qualidade dos serviços prestados à população.   A divulgação do resultado representa um momento de reconhecimento àqueles que, diariamente, desempenham um papel fundamental no funcionamento da administração pública municipal, contribuindo para a construção de uma cidade cada vez melhor para todos.   Ganhadores do concurso “Servidor Ouro 2026”   • SEMAD: Flavio Augusto Costa Ramos; • SEMAS: Thatianne Trajano da Silva; • SEMAP: Luma Borges Cortelet; • SEMCOM: Patricia Bento Pratti; • SEMCONT: Marlon Turial Lamas; • SEMCULT: Diego Fernandes Coutinho. • SEMDEC: Pyetra Ronconi de Christo; • SEMDEST: Claudiomar Kampke Rossman; • SEMDU: Daniele Covre Meneghel Gasparino; • SEMED – ADM: Alessandra de Aguiar Monteiro; • SEMED – UMEF: Silverilzo de Oliveira Veiga; • SEMED – UMEI: Darlene Glória Baptista Rodrigues da Silva; • SEMEL: Claudia Patricia Silva Quirino Porto; • SEMFI: Raquel da Silva Bezerra Barcellos; • SEMGAP: Rafael Machado Pasquini; • SEMGOV: Kelly dos Reis Dipre Barcelos; • SEMMА: Ailton Araujo Peixoto; • SEMOPE: Leonardo Jose Cunha Barreto; • SEMPDEC: Luis Carlos Bastos; • SEMPMU: Josiane Gundim Santos; • SEMPLA: Lorenna Wchoa da Silveira; • SEMRI: Olisiete Guedes Milagre Leao; • SEMSA – ADM: Maria da Cruz de Andrade Santos; • SEMSA – Primária: Janicleia Ramos dos Santos Pereira; • SEMSA – Especializada: Beatriz Bissoli Laranja Gouvea Pinto; • SEMTI: Flavia Possato Araujo; • SEMTUR: Vanuse Silva Ferreira; • SEMSU: Alessandro Loureiro; • IPVV: Iago Luiz Alves Novaes; • PGM: Davi Medeiros Carvalho Teixeira.   A relação ainda pode ser consultada na página da Secretaria Municipal de Administração, na aba do concurso, no seguinte link https://www.vilavelha.es.gov.br/files/destaques/destaque_405.jpeg  ou Clicando Aqui.   Neste ano, a premiação será realizada internamente em cada secretaria e órgão municipal, permitindo que os servidores municipais contemplados sejam homenageados em suas respectivas unidades.   A prefeitura de Vila Velha parabeniza todos os servidores contemplados e agradece a dedicação de cada profissional que contribui diariamente para o fortalecimento do serviço público municipal e para a prestação de serviços de qualidade à população.

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Quem navega pela costa de Vitória ainda precisa manter distância das Ilhas Galheta de Dentro e de Fora. O acesso aos dois locais permanece proibido até 31 de outubro para proteger aves marinhas em período de reprodução — uma fase em que a simples presença de pessoas pode interromper a incubação, provocar abandono de ninhos e colocar ovos e filhotes em risco.  A restrição está prevista na Lei Municipal nº 8.993/2016 e vale entre março e outubro. Neste período, desembarcar ou circular pelas ilhas pode interferir diretamente nas áreas usadas pelas aves para nidificação.  Entre as espécies que utilizam esses ambientes estão a andorinha-do-mar-de-bico-amarelo (Sterna eurygnatha) e a andorinha-do-mar-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea).  Os ninhos podem ser construídos diretamente sobre o solo, com ovos camuflados entre pedras e outros elementos naturais. Essa característica torna a aproximação especialmente arriscada: quem desembarca pode pisar em ovos ou filhotes sem sequer perceber.  A movimentação humana também pode fazer com que as aves adultas deixem temporariamente os ninhos, aumentando a vulnerabilidade da nova geração.  Por isso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) reforça a campanha de educação ambiental voltada à proteção das ilhas e chama a atenção de navegadores, pescadores e frequentadores do litoral para o cumprimento da restrição até o fim do mês.  Proteção não termina em outubro O encerramento do período de acesso proibido não significa que as ilhas deixem de exigir cuidados.  Mesmo fora da época de restrição, continuam proibidas condutas que possam degradar o ambiente ou perturbar a fauna, como acender fogueiras, retirar vegetação, levar animais domésticos ou exóticos, pescar, pernoitar e interferir na avifauna.  Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Anderson Barbosa, preservar esses locais exige atenção durante todo o ano: “As ilhas são áreas de reprodução, alimentação e descanso para diferentes espécies. Respeitar o período de restrição é indispensável, mas o cuidado não termina quando outubro acaba. Quem utiliza o litoral precisa entender que está compartilhando esses ambientes com a fauna e que algumas atitudes podem comprometer todo um ciclo reprodutivo”, destaca.  Mudança no local dos ninhos acende alerta O acompanhamento da fauna marinha também trouxe um sinal de atenção neste ano.  Em 2026, o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) relatou uma mudança no local de nidificação das trinta-réis-de-bando, que passaram a utilizar uma pilastra da Terceira Ponte para construir seus ninhos.  A presença humana frequente nas ilhas foi apontada pela instituição como uma das hipóteses que podem ter contribuído para essa mudança. O registro reforça a necessidade de reduzir interferências justamente nos ambientes escolhidos pelas aves para reprodução.  Distância também é proteção Para quem navega ou pratica atividades de lazer nas proximidades das Ilhas Galheta, a orientação é manter distância das aves, não se aproximar de ninhos ou filhotes e não deixar resíduos no ambiente.  A preservação dessas áreas depende também de um comportamento simples: observar sem interferir. Nas próximas semanas, enquanto o período de restrição permanecer em vigor, isso significa não desembarcar nas ilhas e permitir que as aves completem seu ciclo reprodutivo com o mínimo de perturbação possível.

Quem navega pela costa de Vitória ainda precisa manter distância das Ilhas Galheta de Dentro e de Fora. O acesso aos dois locais permanece proibido até 31 de outubro para proteger aves marinhas em período de reprodução — uma fase em que a simples presença de pessoas pode interromper a incubação, provocar abandono de ninhos e colocar ovos e filhotes em risco. A restrição está prevista na Lei Municipal nº 8.993/2016 e vale entre março e outubro. Neste período, desembarcar ou circular pelas ilhas pode interferir diretamente nas áreas usadas pelas aves para nidificação. Entre as espécies que utilizam esses ambientes estão a andorinha-do-mar-de-bico-amarelo (Sterna eurygnatha) e a andorinha-do-mar-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea). Os ninhos podem ser construídos diretamente sobre o solo, com ovos camuflados entre pedras e outros elementos naturais. Essa característica torna a aproximação especialmente arriscada: quem desembarca pode pisar em ovos ou filhotes sem sequer perceber. A movimentação humana também pode fazer com que as aves adultas deixem temporariamente os ninhos, aumentando a vulnerabilidade da nova geração. Por isso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) reforça a campanha de educação ambiental voltada à proteção das ilhas e chama a atenção de navegadores, pescadores e frequentadores do litoral para o cumprimento da restrição até o fim do mês. Proteção não termina em outubro O encerramento do período de acesso proibido não significa que as ilhas deixem de exigir cuidados. Mesmo fora da época de restrição, continuam proibidas condutas que possam degradar o ambiente ou perturbar a fauna, como acender fogueiras, retirar vegetação, levar animais domésticos ou exóticos, pescar, pernoitar e interferir na avifauna. Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Anderson Barbosa, preservar esses locais exige atenção durante todo o ano: “As ilhas são áreas de reprodução, alimentação e descanso para diferentes espécies. Respeitar o período de restrição é indispensável, mas o cuidado não termina quando outubro acaba. Quem utiliza o litoral precisa entender que está compartilhando esses ambientes com a fauna e que algumas atitudes podem comprometer todo um ciclo reprodutivo”, destaca. Mudança no local dos ninhos acende alerta O acompanhamento da fauna marinha também trouxe um sinal de atenção neste ano. Em 2026, o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) relatou uma mudança no local de nidificação das trinta-réis-de-bando, que passaram a utilizar uma pilastra da Terceira Ponte para construir seus ninhos. A presença humana frequente nas ilhas foi apontada pela instituição como uma das hipóteses que podem ter contribuído para essa mudança. O registro reforça a necessidade de reduzir interferências justamente nos ambientes escolhidos pelas aves para reprodução. Distância também é proteção Para quem navega ou pratica atividades de lazer nas proximidades das Ilhas Galheta, a orientação é manter distância das aves, não se aproximar de ninhos ou filhotes e não deixar resíduos no ambiente. A preservação dessas áreas depende também de um comportamento simples: observar sem interferir. Nas próximas semanas, enquanto o período de restrição permanecer em vigor, isso significa não desembarcar nas ilhas e permitir que as aves completem seu ciclo reprodutivo com o mínimo de perturbação possível.