Samba e literatura animam a terceira noite da festa de 135 anos de Cariacica

Samba e literatura animam a terceira noite da festa de 135 anos de Cariacica

O ritmo contagiante do cavaquinho tomou conta da terceira noite de comemoração pelos 135 anos de Cariacica, nesta sexta-feira (21), na Nova Orla. Os grupos Pele Morena e Emerson Xumbrega comandaram os shows principais da noite, que ainda contou com apresentações de Samba K Gente, De Bem com a Vida e Pagode e Cia. O público, que lotou o espaço, cantou junto os maiores sucessos e manteve o samba no pé até o fim.

O show de Pele Morena encerrou a noite em clima de festa, com fãs acompanhando as músicas do início ao fim, demonstrando o carinho pela banda e pelo estilo musical.

Cultura também marcou presença

Durante a tarde, a arena cultural recebeu o lançamento de livros, sarau literário com autores locais e contação de histórias. A programação valorizou artistas da terra e atraiu um público interessado em cultura e literatura.

Outro destaque foi a apresentação do grupo de quadrilha Arraiá do Abra Show, que encantou o público com um espetáculo inspirado nos grandes musicais da Broadway, misturando elementos juninos com referências internacionais.

Público diversificado

A celebração atraiu visitantes de diferentes municípios da Grande Vitória. A moradora de Vila Velha Kátia Polidório, acompanhada do amigo Tarcísio Nascimento, fez questão de prestigiar os shows. “A gente ama pagode e não poderia perder essa oportunidade”, contou.

As amigas Gislaine Araújo, Nayara Oliveira e Sara Rodrigues, moradoras de bairros de Cariacica, aproveitaram para curtir de perto. “Hoje está maravilhoso. Ainda mais que é sexta-feira e a gente pode aproveitar muito”, disse Gislaine.

Programação segue até terça-feira (25)

A festa continua neste sábado (22) com shows sertanejos e apresentações culturais. No domingo (23), o destaque será o Encontro de Bandas de Congo e a Noite do Samba. Na segunda-feira (24), a Noite do Rock e da MPB assume os palcos, e na terça-feira (25), o encerramento será com missa, desfile cívico-militar e celebrações religiosas.

Confira os próximos destaques:

Sábado (22/06) – Noite Sertaneja

  • 16h – Parque de diversões, Praça de Alimentação e Feira

  • 18h – Matheus Araújo (palco principal)

  • 20h – Rony e Ricy (palco principal)

  • 21h30 – João Filipe e Rafael

Domingo (23/06) – Noite do Samba

  • 10h – Encontro de Bandas de Congo

  • 18h – Blocos Em Cima da Hora

  • 20h – Independente de Boa Vista

Segunda-feira (24/06) – Noite do MPB/Rock

  • 18h30 – Os Lopas

  • 20h – Moxuara

  • 21h30 – Graciella D’Ferraz

Terça-feira (25/06) – Encerramento

  • 7h – Missa no Santuário Bom Pastor

  • 9h – Desfile cívico-militar na Expedito Garcia

  • 19h30 – Missa na Paróquia São João Batista

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A Secretaria de Administração da Prefeitura de Vila Velha divulgou o resultado final do concurso “Servidor Ouro 2026”, iniciativa realizada anualmente em alusão ao Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro.   O concurso tem como objetivo homenagear os profissionais que se destacam no exercício de suas funções, reconhecendo a dedicação, o comprometimento e a contribuição dos servidores para o desenvolvimento do município e para a qualidade dos serviços prestados à população.   A divulgação do resultado representa um momento de reconhecimento àqueles que, diariamente, desempenham um papel fundamental no funcionamento da administração pública municipal, contribuindo para a construção de uma cidade cada vez melhor para todos.   Ganhadores do concurso “Servidor Ouro 2026”   • SEMAD: Flavio Augusto Costa Ramos; • SEMAS: Thatianne Trajano da Silva; • SEMAP: Luma Borges Cortelet; • SEMCOM: Patricia Bento Pratti; • SEMCONT: Marlon Turial Lamas; • SEMCULT: Diego Fernandes Coutinho. • SEMDEC: Pyetra Ronconi de Christo; • SEMDEST: Claudiomar Kampke Rossman; • SEMDU: Daniele Covre Meneghel Gasparino; • SEMED – ADM: Alessandra de Aguiar Monteiro; • SEMED – UMEF: Silverilzo de Oliveira Veiga; • SEMED – UMEI: Darlene Glória Baptista Rodrigues da Silva; • SEMEL: Claudia Patricia Silva Quirino Porto; • SEMFI: Raquel da Silva Bezerra Barcellos; • SEMGAP: Rafael Machado Pasquini; • SEMGOV: Kelly dos Reis Dipre Barcelos; • SEMMА: Ailton Araujo Peixoto; • SEMOPE: Leonardo Jose Cunha Barreto; • SEMPDEC: Luis Carlos Bastos; • SEMPMU: Josiane Gundim Santos; • SEMPLA: Lorenna Wchoa da Silveira; • SEMRI: Olisiete Guedes Milagre Leao; • SEMSA – ADM: Maria da Cruz de Andrade Santos; • SEMSA – Primária: Janicleia Ramos dos Santos Pereira; • SEMSA – Especializada: Beatriz Bissoli Laranja Gouvea Pinto; • SEMTI: Flavia Possato Araujo; • SEMTUR: Vanuse Silva Ferreira; • SEMSU: Alessandro Loureiro; • IPVV: Iago Luiz Alves Novaes; • PGM: Davi Medeiros Carvalho Teixeira.   A relação ainda pode ser consultada na página da Secretaria Municipal de Administração, na aba do concurso, no seguinte link https://www.vilavelha.es.gov.br/files/destaques/destaque_405.jpeg  ou Clicando Aqui.   Neste ano, a premiação será realizada internamente em cada secretaria e órgão municipal, permitindo que os servidores municipais contemplados sejam homenageados em suas respectivas unidades.   A prefeitura de Vila Velha parabeniza todos os servidores contemplados e agradece a dedicação de cada profissional que contribui diariamente para o fortalecimento do serviço público municipal e para a prestação de serviços de qualidade à população.

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Quem navega pela costa de Vitória ainda precisa manter distância das Ilhas Galheta de Dentro e de Fora. O acesso aos dois locais permanece proibido até 31 de outubro para proteger aves marinhas em período de reprodução — uma fase em que a simples presença de pessoas pode interromper a incubação, provocar abandono de ninhos e colocar ovos e filhotes em risco.  A restrição está prevista na Lei Municipal nº 8.993/2016 e vale entre março e outubro. Neste período, desembarcar ou circular pelas ilhas pode interferir diretamente nas áreas usadas pelas aves para nidificação.  Entre as espécies que utilizam esses ambientes estão a andorinha-do-mar-de-bico-amarelo (Sterna eurygnatha) e a andorinha-do-mar-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea).  Os ninhos podem ser construídos diretamente sobre o solo, com ovos camuflados entre pedras e outros elementos naturais. Essa característica torna a aproximação especialmente arriscada: quem desembarca pode pisar em ovos ou filhotes sem sequer perceber.  A movimentação humana também pode fazer com que as aves adultas deixem temporariamente os ninhos, aumentando a vulnerabilidade da nova geração.  Por isso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) reforça a campanha de educação ambiental voltada à proteção das ilhas e chama a atenção de navegadores, pescadores e frequentadores do litoral para o cumprimento da restrição até o fim do mês.  Proteção não termina em outubro O encerramento do período de acesso proibido não significa que as ilhas deixem de exigir cuidados.  Mesmo fora da época de restrição, continuam proibidas condutas que possam degradar o ambiente ou perturbar a fauna, como acender fogueiras, retirar vegetação, levar animais domésticos ou exóticos, pescar, pernoitar e interferir na avifauna.  Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Anderson Barbosa, preservar esses locais exige atenção durante todo o ano: “As ilhas são áreas de reprodução, alimentação e descanso para diferentes espécies. Respeitar o período de restrição é indispensável, mas o cuidado não termina quando outubro acaba. Quem utiliza o litoral precisa entender que está compartilhando esses ambientes com a fauna e que algumas atitudes podem comprometer todo um ciclo reprodutivo”, destaca.  Mudança no local dos ninhos acende alerta O acompanhamento da fauna marinha também trouxe um sinal de atenção neste ano.  Em 2026, o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) relatou uma mudança no local de nidificação das trinta-réis-de-bando, que passaram a utilizar uma pilastra da Terceira Ponte para construir seus ninhos.  A presença humana frequente nas ilhas foi apontada pela instituição como uma das hipóteses que podem ter contribuído para essa mudança. O registro reforça a necessidade de reduzir interferências justamente nos ambientes escolhidos pelas aves para reprodução.  Distância também é proteção Para quem navega ou pratica atividades de lazer nas proximidades das Ilhas Galheta, a orientação é manter distância das aves, não se aproximar de ninhos ou filhotes e não deixar resíduos no ambiente.  A preservação dessas áreas depende também de um comportamento simples: observar sem interferir. Nas próximas semanas, enquanto o período de restrição permanecer em vigor, isso significa não desembarcar nas ilhas e permitir que as aves completem seu ciclo reprodutivo com o mínimo de perturbação possível.

Quem navega pela costa de Vitória ainda precisa manter distância das Ilhas Galheta de Dentro e de Fora. O acesso aos dois locais permanece proibido até 31 de outubro para proteger aves marinhas em período de reprodução — uma fase em que a simples presença de pessoas pode interromper a incubação, provocar abandono de ninhos e colocar ovos e filhotes em risco. A restrição está prevista na Lei Municipal nº 8.993/2016 e vale entre março e outubro. Neste período, desembarcar ou circular pelas ilhas pode interferir diretamente nas áreas usadas pelas aves para nidificação. Entre as espécies que utilizam esses ambientes estão a andorinha-do-mar-de-bico-amarelo (Sterna eurygnatha) e a andorinha-do-mar-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea). Os ninhos podem ser construídos diretamente sobre o solo, com ovos camuflados entre pedras e outros elementos naturais. Essa característica torna a aproximação especialmente arriscada: quem desembarca pode pisar em ovos ou filhotes sem sequer perceber. A movimentação humana também pode fazer com que as aves adultas deixem temporariamente os ninhos, aumentando a vulnerabilidade da nova geração. Por isso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) reforça a campanha de educação ambiental voltada à proteção das ilhas e chama a atenção de navegadores, pescadores e frequentadores do litoral para o cumprimento da restrição até o fim do mês. Proteção não termina em outubro O encerramento do período de acesso proibido não significa que as ilhas deixem de exigir cuidados. Mesmo fora da época de restrição, continuam proibidas condutas que possam degradar o ambiente ou perturbar a fauna, como acender fogueiras, retirar vegetação, levar animais domésticos ou exóticos, pescar, pernoitar e interferir na avifauna. Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Anderson Barbosa, preservar esses locais exige atenção durante todo o ano: “As ilhas são áreas de reprodução, alimentação e descanso para diferentes espécies. Respeitar o período de restrição é indispensável, mas o cuidado não termina quando outubro acaba. Quem utiliza o litoral precisa entender que está compartilhando esses ambientes com a fauna e que algumas atitudes podem comprometer todo um ciclo reprodutivo”, destaca. Mudança no local dos ninhos acende alerta O acompanhamento da fauna marinha também trouxe um sinal de atenção neste ano. Em 2026, o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) relatou uma mudança no local de nidificação das trinta-réis-de-bando, que passaram a utilizar uma pilastra da Terceira Ponte para construir seus ninhos. A presença humana frequente nas ilhas foi apontada pela instituição como uma das hipóteses que podem ter contribuído para essa mudança. O registro reforça a necessidade de reduzir interferências justamente nos ambientes escolhidos pelas aves para reprodução. Distância também é proteção Para quem navega ou pratica atividades de lazer nas proximidades das Ilhas Galheta, a orientação é manter distância das aves, não se aproximar de ninhos ou filhotes e não deixar resíduos no ambiente. A preservação dessas áreas depende também de um comportamento simples: observar sem interferir. Nas próximas semanas, enquanto o período de restrição permanecer em vigor, isso significa não desembarcar nas ilhas e permitir que as aves completem seu ciclo reprodutivo com o mínimo de perturbação possível.